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A mostrar mensagens de Agosto, 2007

Vanessa e Ben

«Boa sorte/good luck», Vanessa da Mata e Ben Harper, um videoclip inspirador e desejos de um bom fim de semana. Como diz a canção, «Há tantas pessoas especiais no mundo».

Calças descaídas

Há quem dê o carácter de ofensa criminal ao gosto, lá para os lados de Mansfield, La, EUA. Tarefa ingrata e que põe em causa o valor da liberdade - quanto ao vestir. Quem reporta sobre o terrível caso das calças descaídas é Niko Koppel do NYT. Os miúdos de 17 anos que se cuidem. http://www.nytimes.com/2007/08/30/fashion/30baggy.html?ex=1346212800&en=e3bea81383f4820c&ei=5124&partner=permalink&exprod=permalink

Teresa Gabriel

Teresa Gabriel canta hoje, dia 30 de Agosto, pelas 23h00, no Maxime, em Lisboa.

Pés, para que vos quero

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Uma mostra de sapatos no Museu Nacional do Traje devolve-nos aos vários modos de andar possíveis ao longo de todo o século XX, consoante a altura e a alma do sapato. Está patente até dia 15 de Setembro, no Largo Júlio de Castilho, ao Lumiar, das 10h00 às 18h00, excepto à Segunda-feira.

Moda no Verão 2007

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Mergulho. Três mulheres. Estilos cúmplices com o Verão. O que vestem é da sua escolha pessoal. Em cima, T-shirts de apelo à não violência, exemplares que se encontravam à venda por ocasião do seminário «Stop violence domestic against women», em Lisboa, organizado pela Divisão Igualdade de Género e Anti-Gráfico, Direcção Geral dos Direitos Humanos e Assuntos Jurídicos do Conselho da Europa, em colaboração com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, a 5 de Julho último. Inês usa pano Keffiah, numa rua de Lisboa, por altura do Santo António. A seguir, óculos de sol com a assinatura de José António Tenente. Paula, contempla a paisagem numa esplanada do Oeste, junto à praia. Chinelas «Havaianas», exposição realizada neste Verão na Estufa Fria, em Lisboa. Eduarda, num dos intervalos do festival «Músicas do Mundo», fazendo praia em Sines.

Woman

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A exposição colectiva de artistas plásticas intitulada «Woman or work in progress?» vai inaugurar no Porto, na próxima sexta-feira, 31 de Agosto, pelas 22h00, por ocasião da reabertura naquela cidade do espaço cultural Plano B, na Rua Cândido dos Reis, nº 30. A exposição vai estar patente até ao dia 30 de Setembro, de terça-feira a Sábado, das14.30h às 20h e das 22h às 02h00. «Woman or work in progress?» é uma exposição colectiva resultante de um diálogo entre diversas linguagens plásticas, onde se reconhece a individualidade de cada uma destas mulheres artistas. Este encontro de amigas unidas pela arte tem como objectivo principal dar visibilidade à mulher no mundo artístico. As artistas plásticas representadas são Adriana Castro, Benedita Kendall, Catarina Machado, Daniela Nogueira, Isabel Monteiro, Joana Peres, Joana Rêgo, Marcela de Navascués, Marta Fonseca, Paula Parracho e Sandra Palhares. Comissária: Catarina Machado.

O verbo voar

Ola Kala, expressão que significa "tudo vai bem" em grego, é o nome do espectáculo de novo circo da Companhia Les Arts Sauts, interpretado por 17 trapezistas e 5 músicos. É um autêntico bailado aéreo que a Companhia francesa Les Arts Sauts apresenta em Ola Kala. Les Arts Sauts, uma das companhias de novo circo mais respeitadas em todo o mundo, dedica-se há 14 anos a transformar o trapézio numa "arte à parte". Até dia 26 de Agosto (21h00), em Lisboa, junto ao CCB, esta será provavelmente a última oportunidade para ver esta companhia. O espectáculo Ola Kala já deu a volta ao mundo e a actuação de Lisboa é a penúltima de Les Arts Sauts. Após quase 15 anos em apresentações, a companhia decidiu que este seria o seu último ano de actividade.

Entrepontos

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«Entrepontos » é a primeira proposta de objectos que o novo grupo criativo Trasfega desenvolve. Lançada na Primavera em Coimbra, na Galeria Santa Clara, chegou a Lisboa este mês onde permanece até 25 no bar-livraria-galeria Cem Medos, na Rua da Rosa, 99, no Bairro Alto. Construídas originalmente, ou a partir de modelos existentes, as peças de roupa são quase telas abertas ao exercício decorativo. À roupa, juntam-se acessórios diversos, entre os quais se destacam as peças de joalharia em estanho. Quatro mulheres constituem o colectivo Trasfega: Cláudia Fereira, Manuela Brito, Teresa Albuquerque, e Sandra B.B. Ferreira (co-autora da fotografia, com Manuela Brito; encomendas - sferreister@gmail.com).

Irene Lisboa

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O Museu Irene Lisboa (na Rua 5 de Outubro, 17 – Arranhó - Arruda dos Vinhos) está aberto desde 24 de Junho, com o museu virtual a funcionar desde o passado dia 10 de Agosto. A escrita dominou toda a vida de Irene Lisboa (1892-1958), que produziu uma vasta obra literária, onde se encontram romances, reflexões, novelas, contos. Escreveu sobre pedagogia - disciplina em que se especializou - e livros para crianças. Nasceu na Quinta da Murzinheira, freguesia de Arranhó e concelho de Arruda dos Vinhos, estudou em colégios e num liceu de Lisboa, onde fez o magistério primário. Viveu em Lisboa com a madrinha e passava férias na Quinta de Monfalim, concelho de Sobral de Monte Agraço, onde morava o pai e a sua família. Estudou também na Bélgica, França e Suiça. Para além de professora do ensino pré-primário, mais tarde foi inspectora orientadora de ensino e passou a funcionária administrativa do Instituto para a Alta Cultura. Um colóquio e uma exposição sobre a literatura de Irene Lisboa irão t…

a vida...

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... dos outros... a não perder. Em Lisboa, no Quarteto, «Das leben der anderen» (2006), de Florian Henckell von Donnersmarck, vai na sua 10ª semana. O filme ganhou este ano o Oscar para Melhor Filme Estrangeiro. A Cidade das Mulheres recomenda a quem ainda não o viu, que embarque neste excelente argumento: uma história bem contada, tocante, que nos mostra como era a vida antes do muro cair na RDA, quando havia uma Stasi não muito diferente nos seus métodos de controlo social (incluindo o emocional) da antiga Pide. Há um ambiente azuláceo que predomina em todo o filme, bem como uma sensação de tempo parado. O amor pincela de esperança os corações que, não raras vezes, são esmagados. Mas o amor vence. Sempre.
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Hoje faz anos Maureen O'Hara, cumprindo assim 87 lindos Verões. A actriz de «How green was my valley» (1941), «The woman's secret» (1949), «Rio Grande» (1950) ou «The quiet man»(1952), protagoniza entre muitos outros um filme produzido em Lisboa, por Ray Milland (1905-1986), actor e realizador também. O filme é de 1956, chama-se «Lisbon», e conta nos principais papéis com Maureen O'Hara, Ray Milland e ainda Claude Rains, o actor que faz de inspector da polícia em «Casablanca» (filme onde Lisboa é também referência).

Por África

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A nova campanha para angariar fundos a favor de África implica uma mulher ou um homem exibindo determinados produtos - o preço destes e o custo de cada item básico para a sobrevivência fica à reflexão de cada leitor (a) .

Rapariga, és linda!

«Big girl (You Are Beautiful)», Mika, 2007

Lauren Newton - Mulheres no jazz VI

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Lauren Newton (na foto, à direita) vive na Alemanha desde 1974, mas nasceu em Coos Bay, Oregon (EUA), filha de pai contrabaixista. Recorda-se das sessões de jazz que aconteciam em sua casa, mas do seu ambiente tanto fazia parte o jazz como a música clássica, que começou a aprender em primeiro lugar. Apesar do jazz «estar-lhe no sangue» como ela afirma graciosamente, o seu interesse por ele só despertou com a sua vinda para a Europa, para terminar os seus estudos na Universidade de Estugarda. Por um acaso, estava num clube de jazz em Estugarda quando a convidaram para fazer parte de um grupo, que fazia uma mistura de rock e jazz. Quando o músico que a convidou, Frederic Rabold, lhe perguntou se ela escrevia letras, respondeu redondamente «não». No entanto, disse-lhe que poderia cantar como se a sua voz fosse um dos instrumentos: «Sempre quis fazer algo diferente com a minha voz; mesmo durante os estudos clássicos procurava sempre canções de linhas melismáticas ou sem letras e estudáva-…

Elisabeth Tuchmann - Mulheres no Jazz V

Elisabeth Tuchmann nasceu em Muenster, Alemanha, e começou a aprender a tocar guitarra e a cantar aos oito anos de idade. Aos 16 iniciou os seus estudos de jazz e de improvisação. Prosseguiu os estudos de canto com Jay Clayton e Lauren Newton, recebendo o diploma em 1993. Também é licenciada em Literatura Alemã, Filosofia e Musicologia. Trabalhou com o compositor brasileiro Filó Machado, com quem também se apresentou em concertos. Toca música improvisada em vários projectos, como solista ou artista convidada. Em 1995 fundou o coro feminino «Vocalisa» em Muenster, que dirige desde essa data, fazendo também os arranjos das músicas. Em 1998 começou a ensinar na escola de música em Berlin-Charlottenburg. Desde 2001 que dá palestras sobre improvisação vocal em jazz, dirige e escreve arranjos para o coro de jazz do conservatório de música e teatro «Félix Mendelismo Bartolomeu», em Leipzig. Em 2004 começou a tocar jazz, música brasileira e composições originais com o seu próprio quarteto, o …

Joëlle Léandre - Mulheres no Jazz IV

Joëlle Léandre (n.12.07.1951, Aix-en-Provence, França) começou por tocar flauta de bisel, passando rapidamente para o piano. Entre os nove e os 14 anos de idade estudou piano e contrabaixo na sua cidade natal de Aix-en-Provence. O seu professor, Pierre Delescluse, encorajou-a a frequentar o Conservatório Nacional Superior de Música de Paris onde ganhou o primeiro prémio em contrabaixo. Em 1976 recebeu uma bolsa do Center for Creative and Performing Arts (Centro de Artes Criativas e Performativas) de Buffalo, iniciando assim um período da sua vida que veio a revelar-se uma influência particular no seu trabalho, em virtude de encontros com Morton Feldman, e com a música de Earl Brown, John Cage e Giacinto Scelsi. Ao mesmo tempo, teve oportunidade de contactar a cena musical da downtown nova-iorquina e de prosseguir o seu envolvimento com a música improvisada.
Continuou ligada à música contemporânea, não apenas como membro de ensembles de música contemporânea como o 2E2M, Itinéraire e l&#…

Marilyn Crispell - Mulheres no Jazz III

Marilyn Crispell (EUA) trabalha com Urs Leimgruber e Fritz Hauser desde 1994. No quarteto, o seu piano funciona como força magnética. Mas o espaço ocupado por cada um dos instrumentos é cruzado pelas sensibilidades em presença – o contrabaixo habita o mesmo registo do saxofone ou então o piano acentua a natureza percussiva da bateria de Fritz Hauser.
Marilyn Crispell formou-se no Conservatório de Música de New England onde estudou piano clássico e composição. Descobriu o jazz através da música de John Coltrane, Cecil Taylor e de outros músicos e compositores contemporâneos de jazz. Foi membro do Anthony Braxton Quartet e do Reggie Workman Ensemble durante dez anos. Membro também da Barry Guy New Orchestra, ela tem sido frequentemente convidada a tocar com a sua orquestra, a London Jazz Composers Orchestra. Crispell liderou os seus próprios trios de parceria com Gary Peacock, Paul Motion e Mark Helias. Tocou e gravou com muitos outros grandes músicos da cena americana e europeia do jazz…

Claire Daly - Mulheres no jazz II

Claire Daly conta que a sua vida mudou quando, em 1971, ouviu um concerto de uma «big band» no Westchester County Center. Ela era muito jovem e tocava saxofone há três meses apenas. Depois de estudar na Berklee College of Music, começou a viver da música. Trabalhou como free lancer, participando em tudo o que era sessão de jazz, e gravou cinco CD’s com o compositor e pianista Joel Forrester, e a sua banda People Like Us, bem como dois Cd’s como líder em Koch Jazz. Mas Claire Daly actuou em numerosos outros trabalhos discográficos, bandas sonoras, e festivais. Ela acompanhou Aretha Franklin, James Brown, Rosemary Clooney entre muitos outros, sendo baritonista em todos os estilos de música. Ao liderar os seus próprios grupos de jazz, a sua missão tem-se afirmado ao passar o dom da música à geração mais nova. Ganhou quatro vezes o Downbeat Critic’s Poll «Talent Deserving Wider Recognition» e ganhou o «Baritone Sax of the Year» da Jazz Journalist Association em 2005. Amanhã, dia 9, pelas …

Cesariny - In memoriam

No dia em que faria 84 anos, dia 9 de Agosto, são lançados em Lisboa dois livros, pelas 22h00, no Lux-Frágil, testemunhos da obra e personalidade de Mário Cesariny.
José Manuel dos Santos apresenta
Poemas de Mário Cesariny
ditos pelo poeta,
(livro com CD, onde se reproduzem 34 poemas
gravados durante o Verão de 2006).
Miguel Gonçalves Mendes apresenta
o livro / entrevista com Cesariny
Autografia / Verso de Autografia. «Sou um homem um poeta uma máquina de passar vidro colorido um copo uma pedra uma pedra configurada um avião que sobe levando-te nos seus braços que atravessam agora o último glaciar da terra (...).»

Norma Jean Mortensen - In Memoriam

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Cartaz do filme «O pecado mora ao lado». Com o nome de nascimento Norma Jean Mortensen - n. 1 Junho 1926 - f.5 Agosto 1962 - imortalizou-se como Marilyn Monroe, a maior de todas as estrelas da sétima arte.

As carreias das mulheres no Japão

A igualdade de oportunidades pode estar definida na lei, mas não na vida social e nas práticas sociais. É o que acontece no Japão (e não só...). O artigo de hoje do NYT assinado por Martin Fackler é isso mesmo que relata.
http://www.nytimes.com/2007/08/06/world/asia/06equal.html?ex=1344139200&en=678d0382068720c7&ei=5124&partner=permalink&exprod=permalink

Shirley Clarke - mulheres no jazz I

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A segunda semana de concertos do Jazz em Agosto em Lisboa, começa sob o signo do cinema - Ornette: Made in America, filme documental da realizadora Shirley Clarke, para seguir na Sala Polivalente do CAMJAP (FCG), às 18h30.
Elaborado ao longo de 20 anos e concluído em 1985 pela cineasta Shirley Clarke, desaparecida há 10 anos, este documentário retrata três décadas da vida de Ornette Coleman. Depois de muitas viagens, o músico regressou a casa, em 1983, altura em que lhe é dada a chave da cidade, pelo presidente da câmara de Fort Worth. O filme revela o universo criativo de Ornette Coleman através dos seus concertos, amigos e admiradores, incluindo entrevistas e fotografias - com a presença de uma lista de personalidades como William Borroughs, Don Cherry, Charlie Haden, Bryon Gisin. Vemos Ornette Coleman com a sua Prime Time Band (que nós tivémos oportunidade de ouvir em Portugal, no Jazz em Agosto de 1988) e com uma orquestra sinfónica.
As filmagens da realizadora incluem Ornette em c…

desordem mental e género

Alguns investigadores estão a tentar verificar se o autismo varia com o género. A pesquisa e observação de alguns clínicos que trabalham com raparigas autistas indica que, devido à biologia e à experiência, e à relação entre ambas, o autismo pode expressar-se de modo diferente nas raparigas. Reportagem de Emily Bazelon do NYT.


http://www.nytimes.com/2007/08/05/magazine/05autism-t.html?ex=1344052800&en=de527ee2d217fcd2&ei=5124&partner=permalink&exprod=permalink

«Tudo bem»: Les Arts Sauts

Estreia na segunda-feira, dia 6 de Agosto, às 21h00, o circo aéreo Les Arts Sauts com o seu espectáculo «Ola Kala», que significa 'tudo bem' em grego. A não perder, até dia 26, numa tenda junto ao CCB.

In memoriam III

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Esta é uma homenagem a uma das mulheres da minha família, Maria Natália Monteiro Duarte (1926-1998). Irmã do meu pai, tratada familiarmente por Mitá, sempre foi uma inspiração para mim. Nasceu no dia 2 de Agosto. Pertenceu à antiga Comissão da Condição Feminina.
Àquela comissão sucedeu a Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres (CIDM), que muito recentemente deu lugar à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Nova mudança de ciclo que motiva um encontro onde se manifestará apreço e gratidão às seniores – digamos, maiores de 60 anos - que lá trabalharam e lhe dedicaram muito do entusiasmo e do tempo da sua vida. Trata-se portanto de uma celebração de amizade e de reconhecimento, feita ao ar livre, com merenda, a acontecer no próximo dia 12, domingo, no Jardim das Oliveiras, Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com início pelas 18h. Acredito que venha a ser uma tarde memorável.