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A mostrar mensagens de Julho, 2014

Hoje em Lisboa

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até amanhã (camaradas)

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Paredes com banda sonora

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Admirador secreto (IV)

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{ jazz }

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em........................agosto...........o outro lado......

Luísa

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Admirador secreto (III)

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Verão que passa num instante (IV)

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Admirador secreto (II)

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ria do fim do dia (II)

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Verão que passa num instante (III)

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...um pedaço de mim

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Teremos sempre Paris

Inaugurou a 12 no Palais Galiera, em Paris «os anos 50: a moda em França 1947-1957». Até 2 de Novembro.

ria do fim do dia

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DECLAN

 DONNELLAN
Em Maio de 1994, na qualidade de jornalista free lancer, encontrei-me com Declan Donnelan em  Lisboaa propósito da presença do encenador no Lisboa'94, onde veio apresentar Angels in  America. Essa  entrevista ( inédita) é aqui públicada na íntegra e sem edição, em vésperas da estreia de Rei  Ubu, de Alfred Jarry, no Festival de Almada, com encenação de DD e cenografia de Nick Ormerod.


DECLAN DONNELLAN nasceu em Inglaterra, mas os seus pais são irlandeses. Viveu na Irlanda até aos cinco anos de idade e só depois foi para Inglaterra. Estudou em Cambridge, onde conheceu Nick Ormerod, o cenógrafo de «Angels in America», com quem hoje vive  e trabalha. No início, tonaram-se «bandsters» como diz Declan, mas depois decidiram entrar para o teatro, quando tinham 22 anos, e ficaram juntos desde então. Agora, basicamente têm dois empregos: um é o Teatro Nacional, outro é a «Cheek by Jowl». Este ano Declan Donnellan e o National Theatre ganharam cinco prémios «Olivier», por uma recen…

admirador secreto

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Verão que passa num instante (II)

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Verão que passa num instante

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h o j e

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«Falar da Vida»

Curso sobre  Abordagens biográficas, de memórias e histórias de vida. Com Idalina Conde, Professora no ISCTE-IUL Instituto Universitário de Lisboa e investigadora do CIES – Centro de Investigação e Estudos de Sociologia.

Este curso apresenta uma perspectiva multifacetada para abordagens biográficas com recurso a testemunhos pessoais e colectivos, orais e escritos, documentais e iconográficos. Convoca as histórias de vida nas ciências sociais, especificidades de percursos e discursos, mas a par de mais registos. A tradição literária, diarística e auto/biográfica contribui igualmente para a reflexão sobre vidas e as suas narrativas, assim como metamorfoses em formas contemporâneas para falar da vida, do “eu” e de “nós” no ciberespaço e nos media – de écrans tradicionais e entrevistas jornalísticas, a narrativas digitais e mais usos dos novos suportes. O curso decorre em dois módulos. O primeiro reúne coordenadas para o tema, referências e metodologias. O segundo foca narrativas, como se el…

«Petrolio» de Pasolini em Lisboa

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