30.10.16

Recorte de imprensa

New York Times

«The Art of Vulgarity», por Leanne Shapton.

29.10.16

História de um dia


O meu júri era muito, muito cool, bacana mesmo, fixe. Da esquerda para a direita, Teresa Furtado (Universidade de Évora), Luciene Rodrigues (Universidade Estadual de Montes Claros-Brasil), Zília Osório de Castro (FCSH/ Unversidade Nova de Lisboa), Manuel Lisboa (FCSH/UNL), eu própria, Luís Baptista (FCSH/UNL), e Helena Santos (Universidade do Porto), juntos e ao vivo, nas provas de doutoramento realizadas na Nova, av.Berna, edifício ID, sala multiusos ID.
As professoras Luciene e Helena foram as minhas arguentes. Tudo o que elas disseram enriqueceu-me e ao meu trabalho. Todo o juri teceu elogios à dissertação apresentada. Obrigada por isso. Agora é a minha vez de lhes tirar o chapéu. Passo seguinte: a publicação da tese: «O género como espartilho, moda e feminismo(s)».

Summa Cum Laude (Com a Maior das Honras)

Cristina L. Duarte

História de um dia


O meu júri era muito, muito cool, bacana mesmo, fixe. Da esquerda para a direita, Teresa Furtado (Universidade de Évora), Luciene Rodrigues (Universidade Estadual de Montes Claros-Brasil), Zília Osório de Castro (FCSH/ Unversidade Nova de Lisboa), Manuel Lisboa (FCSH/UNL), eu própria, Luís Baptista (FCSH/UNL), e Helena Santos (Universidade do Porto), juntos e ao vivo, nas provas de doutoramento realizadas na Nova, av.Berna, edifício ID, sala multiusos ID.
As professoras Luciene e Helena foram as minhas arguentes. Tudo o que elas disseram enriqueceu-me e ao meu trabalho. Todo o juri teceu elogios à dissertação apresentada. Obrigada por isso. Agora é a minha vez de lhes tirar o chapéu. Passo seguinte: a publicação da tese: «O género como espartilho, moda e feminismo(s)».

Summa Cum Laude (Com a Maior das Honras)

Cristina L. Duarte

História de um dia


O meu júri era muito, muito cool, bacana mesmo, fixe. Da esquerda para a direita, Teresa Furtado (Universidade de Évora), Luciene Rodrigues (Universidade Estadual de Montes Claros-Brasil), Zília Osório de Castro (FCSH/ Unversidade Nova de Lisboa), Manuel Lisboa (FCSH/UNL), eu própria, Luís Baptista (FCSH/UNL), e Helena Santos (Universidade do Porto), juntos e ao vivo, nas provas de doutoramento realizadas na Nova, av.Berna, edifício ID, sala multiusos ID.
As professoras Luciene e Helena foram as minhas arguentes. Tudo o que elas disseram enriqueceu-me e ao meu trabalho. Todo o juri teceu elogios à dissertação apresentada. Obrigada por isso. Agora é a minha vez de lhes tirar o chapéu. Passo seguinte: a publicação da tese: «O género como espartilho, moda e feminismo(s)».

Cristina L. Duarte

28.10.16

Piñacolada on the rocks


























Muito obrigada a todas as pessoas que me deram a graça da sua presença nas provas do meu doutoramento, e mais a todas aquelas que contribuiram para a minha tese «O género como espartilho» (Sociologia). Obrigada ao júri que animou e contribui para o melhor dos melhores dias da minha vida. Obrigada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 
Obrigada por todo o apoio e palavras ternas que me enviaram via facebook, e via SMS. Short message big heart(s). O desenho (acima) é da autoria de outro amigo, Pedro Cores. Obrigada.

23.10.16

M a s c u l i n i d a d e (s)

http://www.wsd2013.com/whats-on/upcycling-costume-dereconstructing-masculinity/
http://www.wsd2013.com/whats-on/gesture-into-costume-2/
http://www.encountersinthearchive.com/archives/

Modas

13.10.16

F o t o r e p o r t a g e m


Lisboa, Pavilhão de Portugal, Portugal Fashion, desfile da colecção Primavera/Verão 2015 de Alexandra Moura (12.10.16, 21h30)


             






6.10.16

Um lugar (no coração) chamado Lamas (I)

 



Maria Lamas (1893-1983), jornalista, escritora, pacifista e feminista, nasceu neste dia 6 de Março, em Torres Novas. Percorreu Portugal de lés a lés, e fez, a solo, um trabalho chamado «Mulheres do meu país», onde descreveu as condições de vida das portuguesas. Um tratado que dedica a todas nós. Editado em 1948 (e antes da saída em França em 1949 de «O segundo sexo», da filósofa e feminista Simone de Beauvoir), As Mulheres do meu País foi publicado primeiro em fascículos, depois em livro: uma obra preciosa a vários níveis, entre os quais fazer parte da história das mulheres em Portugal, muito antes da segunda vaga dos feminismos, que só foi mais sentida depois de 1974.

Fotos: 1.composição com capa de revista moda e borados. 2.Maria Lamas. 3. As Mulheres do meu País», página 47, sobre as mulheres do Barroso/Trás os Montes. 




3.10.16

gÉNERO 2015

She Figures 2015: Working towards gender equality is an essential part of European research and innovation (R&I) policy. Since 2003, the European Commission’s triennial She Figures have monitored new developments related to careers, decision‑making and—most recently—how the gender dimension is considered in research and innovation outputs.

2.10.16

Olhar(es) que nos habita(m)

Cinco fotógrafas, Alaa, Amira, Hind, Rwuaida, e Sagal, numa exposição patente no âmbito do ciclo de cinema «Olhares do Mediterrâneo», no cinema S.Jorge, em Lisboa.

Hoje, sessão de encerramento, 19h, com o filme de encerramento «Kusursuzlar» (Turquia, 2013, 93'), de Ramin Matin.


1.10.16

Dry season

Making a film ... de Inês Ponte.