Fashion History: Fashion History: A Global View proposes a new perspective on fashion history. Arguing that fashion has occurred in cultures beyond the West throughout history, this groundbreaking book explores the geographic places and historical spaces that have been largely neglected by contemporary fashion studies, bringing them together for the first time.Reversing the dominant narrative that privileges Western Europe in the history of dress, Welters and Lillethun adopt a cross-cultural approach to explore a vast array of cultures around the globe. They explore key issues affecting fashion systems, ranging from innovation, production and consumption to identity formation and the effects of colonization. Case studies include the cross-cultural trade of silk textiles in Central Asia, the indigenous dress of the Americas and of Hawai'i, the cosmetics of the Tang Dynasty in China, and stylistic innovation in sub-Saharan Africa. Examining the new lessons that can be deciphered from archaeological findings and theoretical advancements, the book shows that fashion history should be understood as a global phenomenon, originating well before and beyond the fourteenth century European court, which is continually, and erroneously, cited as fashion's birthplace. Providing a fresh framework for fashion history scholarship, Fashion History: A Global View will inspire inclusive dress narratives for students and scholars of fashion, anthropology, and cultural studies.
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28.2.18
31.1.18
13.1.18
A casa das mulheres
«Elle rassemble sur 1000 m2 et dans une partie des cours de la Monnaie de Paris, 39 artistes femmes du XXe et XXIe siècle qui se saisissent de ce sujet complexe et mettent la femme au centre d'une histoire dont elle était absente».
Após a etapa parisiense, Women Houses irá para o National Museum of Women in the Arts, em Washington D.C a partir do 8 de Março.
29.12.17
27.12.17
22.12.17
foto-ensaio 2018
um livro de autora está na forja. em pequeno formato. são instantâneos que preencho com quotidianos de ausência, cheios de sentimentos, diálogos interiores, correspondências. foto e texto de cristina l. duarte. até já.
3.12.17
1.12.17
8.11.17
6.11.17
25.10.17
PROTESTO!
Porque este assunto é de todos e de todas nós, apelamos a uma concentração de protesto na próxima 6ª feira, dia 27, pelas 18h na Praça da Figueira, que está ser convocada conjuntamente pela UMAR e pela associação feminista POR TODAS NÓS.
A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta viu a decisão do Tribunal de Felgueiras, agora confirmada pelo Tribunal da Relação do Porto com bastante perplexidade e revolta.
A fundamentação e a decisão tida pelo coletivo de juízes/as atenta contra os direitos, liberdades e garantias da(s) vítima(s) e, particularmente, contra a dignidade da pessoa humana.
Consideramos inadmissível que depois de tantas evoluções legislativas e de recomendações nacionais e internacionais - de onde se destaca a Convenção de Istambul - ainda se continue a legitimar a violência doméstica e a violência contra as mulheres.
A fundamentação e a decisão tida pelo coletivo de juízes/as atenta contra os direitos, liberdades e garantias da(s) vítima(s) e, particularmente, contra a dignidade da pessoa humana.
Consideramos inadmissível que depois de tantas evoluções legislativas e de recomendações nacionais e internacionais - de onde se destaca a Convenção de Istambul - ainda se continue a legitimar a violência doméstica e a violência contra as mulheres.
Para além disso, a evocação à Bíblia ou a outros documentos religiosos não se coadunam com o Estado de Direito em que vivemos, descredibilizando as normas jurídicas impostas. Respeitamos a liberdade religiosa de cada um/a mas tal não é justificativa para se sobrepor ao ordenamento jurídico português.
A violência doméstica é crime e, como tal, a UMAR condena esta decisão do Tribunal da Relação do Porto.
A violência contra as mulheres, nas suas mais diversas formas, está ainda rodeada de uma ideologia de culpabilização das vítimas, em que a especial relação entre vítimas e agressores funciona, não raras vezes, como agravante e não com especial censurabilidade.
A decisão que dali decorre poderá trazer consequências graves para a sociedade, mulheres e vítimas em geral, levando não só a revitimação das vítimas como à descrença no sistema de justiça o que, obviamente, irá ter repercussões no número de denúncias às autoridades bem como ao empoderamento dos/as agressores/as. Também se transmite uma mensagem, em especial para as gerações mais jovens, de total impunidade, contrariando todos os esforços de educação para a Igualdade e Cidadania.
Esta é uma realidade discriminatória e, neste sentido, espera-se da Justiça a reposição dos direitos humanos das mulheres, nomeadamente através da pronúncia do Conselho Superior de Magistratura.
(Comunicado da UMAR de dia 23 de Outubro de 2017).
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