2.5.18

Nini (1929-2918)

Nos dias em que a música é precisa para nos lavar a alma, escolho Tindersticks. Melhor, eles escolhem-me a mim. Está a dar na rádio. Vamos à tristeza: faleceu uma das entrevistadas do meu estudo sobre o género como espartilho. Deonilde, nascida no Algarve, partiu ontem dia da Trabalhadora, que era o que ela era. Descansa em paz Nini.




25.4.18

Recorte(s) de imprensa (e vão três)

«Este mundo distópico foi imaginado pela canadiana Margaret Atwood num livro publicado em 1985. Chama-se The Handmaid’s Tale (A História de uma Serva na edição portuguesa da Bertrand, de 2013) »

Isabel Lucas, in Publico, 25 de Abril de 2018


sem ter descido a avenida da liberdade, fiquei-me pelo meu activismo interno, interior, doméstico enfim....

1) instangrama-me! que é como quem diz, recortes de imprensa feitos à minha medida como feminista. são «formasde_te_ver», outra forma de dizer que são muitas essas formas, de ver o mundo e a realidade, que é múltipla, mas também as vozes são plurais. 

2) «duartecristina» outro mural, mais diário, para dar a ver/ler/conhecer através de uma janela que é como um livro aberto, e que ainda contempla aquilo que me liga aos outros: uma janelinha para a conversa (às vezes fiada, é um facto). 

3) a cidade das mulheres: para não vos cansar, distribuo os recortes pelos «meios». aqui segue mais um, pela pena de isabel lucas, que escreve bem que se farta.

4) há cidades imaginárias perigosas. são as cidades/sociedades/ideias com ou sem arquitectura dentro, mas em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária. vamos lá a cuidar do presente, para o futuro não nos apanhar desprevenidos (a ideia de maria de lourdes pintasilgo de cuidar o futuro tinha dentro isso mesmo: começar por cuidar do presente).

cristina (texto e foto)




28.2.18

Fashion History

Fashion History: Fashion History: A Global View proposes a new perspective on fashion history. Arguing that fashion has occurred in cultures beyond the West throughout history, this groundbreaking book explores the geographic places and historical spaces that have been largely neglected by contemporary fashion studies, bringing them together for the first time.Reversing the dominant narrative that privileges Western Europe in the history of dress, Welters and Lillethun adopt a cross-cultural approach to explore a vast array of cultures around the globe. They explore key issues affecting fashion systems, ranging from innovation, production and consumption to identity formation and the effects of colonization. Case studies include the cross-cultural trade of silk textiles in Central Asia, the indigenous dress of the Americas and of Hawai'i, the cosmetics of the Tang Dynasty in China, and stylistic innovation in sub-Saharan Africa. Examining the new lessons that can be deciphered from archaeological findings and theoretical advancements, the book shows that fashion history should be understood as a global phenomenon, originating well before and beyond the fourteenth century European court, which is continually, and erroneously, cited as fashion's birthplace. Providing a fresh framework for fashion history scholarship, Fashion History: A Global View will inspire inclusive dress narratives for students and scholars of fashion, anthropology, and cultural studies.

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