Mensagens

A mostrar mensagens de Março, 2010

Maria

Imagem
As jovens ginastas estão de parabéns! Maria Costa (Ritmica, Algés e Dafundo) à direita, 3ºlugar em Corda, e 1º lugar em Bola, em baixo (e ainda 2º em Arco). Tudo neste fim de semana, no 1ºTigra (1º Torneio Internacional de Ginástica Rítmica de Almada).


LAB de laboratorial (II)

Imagem
aforestdesign por Sara Lamúrias, «I Am a Strange Loop», no MUDE até amanhã. Ver entrevista com Sara a 15.03.2010. Fotografia João Bacelar/Arquivo ModaLisboa.







Para uma estação de trabalho fotográfico (II)

Imagem
Fotografia de Carlos Didelet. Em cima, Adriana Camilleri, uma das retratadas de Rita Carmo, em «Retratos de Pessoas Comuns II». A exposição Workstation permanece até dia 31 no MUDE, na Rua Augusta, em Lisboa.

Para uma estação de trabalho fotográfico

Imagem
Workstation congregou à volta da 34ªModalisboa a heterogeneidade e o génio de seis fotógrafos no espaço do MUDE, na Rua Augusta. Ao trio de Isabel Zuzarte Guedes, José Fernandes e Rita Carmo, já presentes na edição anterior da ModaLisboa Estoril Fashion Force, em Cascais, juntaram-se Gonçalo Borges Dias, Matilde Travassos e Vasco Neves. Seis visões de proximidade, seis perspectivas de autor, para uma exposição inventiva e interventiva que permanecerá em exibição no MUDE até ao dia 31 de Março.
Fotografia de Rita Carmo.

uma estreia na modalisboa (II)

Imagem
Ricardo Andrez, Plataforma Lab, 34ªModaLisboa, Outono/Inverno 2010/11 [Ver entrevista a 14.03.2010]. Fotografia Rui Vasco/Arquivo ModaLisboa.

Jogos de identidade (II)

Imagem
V!TOR, «Macedonian Identity», Outono/Inverno 2010/11, Plataforma Lab, 34ªModalisboa [Ver entrevista a Vitor Bastos, a 17.3.2010].Fotografia Rui Vasco/Arquivo ModaLisboa.

dia mundial do TEATRO

Imagem
4ªAmostra de Teatro de Alverca, Companhia Inestética, «Maiko Express», 21h30.

«Mulher Mundo», Teatro Viriato, Viseu, 21h30.

Lara (II)

Imagem
Involuntary Memories Effacing Series é um projecto desenvolvido pela criadora Lara Torres enquanto bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian no mestrado em «Artefacto de Moda», no London College of Fashion, sob a orientação de Dai Rees. A sua apresentação na 34ªedição ModaLisboa, MUDE (patente até 31 de Março) é constituída por uma peça em cera e por uma peça vídeo. Fotografia: Matilde Travassos.

espírito científico

Imagem

dia mundial da poesia

não há como o presente
que se quer e sente

um presente que te dou
na forma do que sou

presente


Cristina L. Duarte

Pierre et les femmes

O sociólogo Pierre Bourdieu (1930-2002), numa entrevista sobre os valores femininos.

José

Imagem

Desvanecimento (in)voluntário

O que fazemos nós sem roupa? Nada. Quem somos nós sem ela? Esta e muitas outras perguntas podem ser feitas frente à instalação que Lara Torres (n. Lisboa, 6.05.1977) levou à 34ªModalisboa - e que continua até dia 31 de Março no MUDE -, utilizando um modo expositivo diferente do que é habitual nesta criadora, mas que ‘veste’ muito bem a interrogação que nos quer deixar. Uma peça video e uma peça em cera representam a vida de uma camisa, desde que é vestida até que desaparece.

Cristina L.Duarte: Auto-biografia desta exposição apresentada na ModaLisboa, no Mude, a decorrer até dia 31 de Março.
Lara Torres: trata-se de uma instalação que entra no contínuo da minha pesquisa sobre a relação entre vestuário e memória [início: 2005] e no qual abordo um material que é novo dentro da pesquisa, a cera. Para mim faz imenso sentido, pois tem a ver com a perda. Tem a ver com o lado do esquecimento, uma questão que ainda não tinha abordado, excepto na minha primeira colecção («Memória implícita»/Verão…

Jogos de identidade

V!TOR é uma outra forma de escrever Víctor Bastos (n. 1984, S.Paulo). Poderia ser também uma nova fórmula laboratorial: ‘vector’ de intervenção = acção de moda. O jovem designer que estudou no Citex, no Porto, apresentou a sua colecção na plataforma LAB da ModaLisboa, no passado domingo, no MUDE. A cidade das mulheres foi aos bastidores falar com ele.

Cristina L.Duarte: Auto-biografia desta colecção apresentada na ModaLisboa, no Mude. Se ela fosse uma pessoa como descreverias a colecção «Macedonian identity»?
Vítor Bastos: a coleccção começou na anterior, portanto é um antagonismo falar da Macedónia depois de ter falado da Grécia. A colecção segue de uma forma muito insegura, porque lida com muita informação diferente. A identidade através da não-identidade foi o ponto máximo que tentei alcançar com esta colecção, usando o cartão, cinco ou seis diferentes tipos de lã, padrões, camadas, cores – do laranja ao azul. Há muitas ideias opostas. A autobiografia da colecção seria um bocadinho l…

LAB de laboratorial

Desde de que o MUDE está na Rua Augusta, os candeeiros da sala onde foi apresentada a sua video-instalação acenderam-se pela primeira vez. E isso aconteceu para Sara Lamúrias. Ela faz parte da Plataforma Lab (plataforma de acolhimento de novas linguagens de design de moda), tendo apresentado o seu trabalho no passado sábado 13 de Março, na 34ªedição da Modalisboa. Para a autora de aforestdesign quando se produz trabalho este vive nas outras pessoas de maneira(s) diferente(s). A sua vídeo-instalação pode ser vista em Lisboa, no MUDE, até 31 de Março.

Cristina L. Duarte: Auto-biografia desta colecção Outono/Inverno 2010/2011 - se fosse uma pessoa, como descreverias a colecção?
Sara Lamúrias: Esta colecção é autobiográfica. Nela está a minha relação com o trabalho. É por isso muito «eu». Fui à procura das razões porque trabalho com vestuário [aforestdesign chegou à Modalisboa na sua edição 24, Outono/Inverno 2005/2006. Ver in Cristina L.Duarte, Moda Portuguesa, CTT, Lisboa, 2005]. Estou a …

uma estreia na modalisboa

Imagem
Ricardo Andrez, n. Porto (29.4.1980) apresentou a sua colecção ontem na plataforma LAB da modalisboa, no Museu da Moda e do Design MUDE. Foi uma estreia em Lisboa. Formou-se no Porto, na cooperativa Árvore, depois frequentou o Citex, não terminando o curso de Design de Moda. Não fez estágios com ninguém. Está por ele. É um promissor criador de moda.

Cristina L.Duarte: Podes fazer a auto-biografia desta colecção? Se ela fosse uma pessoa como a descreverias?
Ricardo Andrez: energética, dissimulada, e arrojada, endo que é uma colecção de homem, é arrojada.

Pensas a moda como intervenção social/colectiva, ou como intervenção individual?
RA – No início, eu tinha de me afirmar, de fazer isto. Agora tenho de pensar num aspecto social e analisar por onde quero ir, pois as pessoas agora estão mais focadas em mim. Apesar de querer continuar a fazer aquilo que me apetece, e que eu sinta, isso é o mais importante.

Pensas no tema da igualdade de género aplicado à moda?
RA – A minha roupa não tem sexo. F…

Antropologia

Imagem

Angelina Vidal n.11 Março 1847

Foi feito hoje ao meio-dia o plantio de um carvalho no Jardim Botânico da Ajuda, uma homenagem da UMAR a Angelina Vidal (1847-1917) uma republicana e socialista que defendeu os direitos das mulheres trabalhadoras. Esteve presente o bisneto de Angelina, Campos Vidal, que lançará em breve um livro sobre a sua bisavó. Filha de um músico de nomeada herdou do pai as atitudes desassombradas, o desafio das convenções. O próprio marido, médico da Armada Real, não aceita o seu comportamento temerário: é uma das primeiras mulheres a discursar ao lado dos grandes nomes da República: os seus discursos, em 1880, no Porto, em dois comícios republicanos, ficaram célebres - assumiu-se como livre pensadora e contra o regime monárquico.
Mãe de cinco filhos, separou-se do marido, ao fim de doze anos de casamento Para ganhar a vida, desdobra-se a trabalhar: foi tradutora, contista, ensaísta, professora, conferencista, poetisa, dramaturga e jornalista. Nos últimos 30 anos da Monarquia, escreveu em quase to…

A nossa Angelina

A UMAR presta homenagem a ANGELINA VIDAL, amanhã, pelas 12h00, no Jardim Botânico da Ajuda, dia do nascimento de Angelina Vidal (11 de Março de 1847). UMÁRvore é uma iniciativa que vai levar ao plantio de um carvalho no Jardim Botânico da Ajuda, junto ao portão que fica na Calçada da Ajuda, como forma de homenagem a uma feminista republicana e socialista que defendeu os direitos das mulheres trabalhadoras.

O D(n)A da moda

Imagem
OUTONO/INVERNO 2010/11

QUINTA-FEIRA, DIA 11
19H30 ALEXANDRA MOURA
20H30 RICARDO PRETO
22H00 ALVES / GONÇALVES
SEXTA-FEIRA, DIA 12
19H30 LUÍS BUCHINHO
20H30 KATTY XIOMARA
22H00 ANA SALAZAR
SÁBADO, DIA 13
15H00 AFORESTDESIGN – LAB.EXPOSIÇÃO MUDE
15H00 LARA TORRES – LAB.EXPOSIÇÃO MUDE
15H30 RICARDO ANDREZ - LAB MUDE
16H30 ALEKSANDAR PROTIC
17H30 MIGUEL VIEIRA
18H30 PEDRO PEDRO
19H30 SALSA
20H30 NUNO BALTAZAR
DOMINGO, DIA 14
15H00 WHITE TENT – LAB MUDE
15H30 VÍTOR – LAB MUDE
16H30 FILIPE FAÍSCA
17H30 NUNO GAMA
18H30 T.M. COLLECTION
19H30 RICARDO DOURADO
20H30 DINO ALVES
21H30 MENTAL BY SHUNNOZ & TEKASALA
Local 1 Páteo da Galé Terreiro do Paço
Local 2 MUDE - Museu do Design e da Moda (Rua Augusta)

Reinventar lideranças

Amanhã, pelas 18 horas, vai realizar-se no auditório 1 da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP) o lançamento do livro "Reinventando Lideranças: Género Educação e Poder", coordenado por Eunice Macedo e Marijke de Koning. A apresentação do livro estará a cargo de Luiza Cortesão e de Isabel Menezes.
Organizada pela área "Cidadanias, Diversidades e Conhecimento Histórico" (CDCH) do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE) da FPCEUP, a sessão contará com a presença das coordenadoras da obra e das autoras Laura Fonseca e Maria José Magalhães. Estará também presente Helena Costa Araújo - autora no livro, representante do CIIE e coordenadora da área CDCH.
A edição é da Fundação Cuidar o Futuro e da Livpsic, e conta com o apoio do CIIE através do núcleo Cidadanias, Género e Infância no Campo da Educação.

Conferência Faces de Eva

Imagem
No próximo dia 11 de Março, às 18h00 terá lugar em Lisboa uma Conferência intitulada A Imperatriz Teresa Cristina 1822-1889, apresentada pela Professora Lúcia Guimarães no Auditório 01, da Torre A da FCSH/UNL (Av.Berna 26). Lúcia Maria Paschoal Guimarães é Professora Titular de Teoria da História e Historiografia, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, e coordenadora do Grupo de Pesquisa “Ideias, Cultura e Política na Formação da Nacionalidade Brasileira”, bem como do Laboratório “Redes de Poder e Relações Culturais”.

karnart regressa aos palcos

Imagem
ESCRAVO DOUTROS.II é um espectáculo em que o actor LUÍS CASTRO é dirigido em unidades de 15 minutos de duração por seis profissionais de Dança: OLGA RORIZ, MADALENA VICTORINO, CLÁUDIA GALHÓS, FILIPA FRANCISCO, RAFAEL ALVAREZ e a dupla ANA BORRALHO & JOÃO GALANTE. Os convidados serão responsáveis pela criação das partes e Luís Castro pela respectiva integração no todo. Tendo em conta as especificidades de trabalho dos criadores convidados e o conceito de perfinst em investigação na KARNART, prevê-se um espectáculo variado em que a momentos de instalação se aliam situações de dança, filme, teatro e performance.
Este projecto vem dar continuidade a um outro apresentado em 2005 no qual Luís Castro foi dirigido por Amélia Bentes, Gil Mendo, Mark Deputter, Miguel Pereira, Sílvia Real e Vera Mantero: ESCRAVO DOUTROS.
O espectáculo estará em cena até 20 de Março pelas 22h na Galeria Monumental, Campo Mártires da Pátria Nº 101, em Lisboa. Os bilhetes são entre €10,00 e €15,00 e as reservas…

as mulheres, a guerra e o meu avô

Imagem
No dia em que a primeira mulher cineasta foi premiada com um Oscar pela Academia de Hollywood fico a pensar «porquê só agora». Faço disto uma afirmação mais do que interrogação. O estado de coisas trouxe-nos até aqui. Para o mudar é preciso mais do que introduzir uma peça de vestuário no nosso guarda-roupa de seis em seis meses. É uma coisa mais profunda. A desigualdade de género é como a chuva... permanece... permanece. Nas artes e na cultura a desigualdade funciona como noutro âmbito qualquer, a subtileza é a mesma. O que é um facto é que em 2010 há uma mulher cineasta que ganha um Oscar, não por estar à frente das câmaras, sendo dirigida, mas atrás delas, dirigindo. É curioso que Kathryn Bigelow tenha ganho o Oscar com um filme sobre guerra, e portanto sobre um mundo masculino, onde já há militares mulheres, mas poucas. Portanto, um filme realista, também sobre hiearquias masculinas. Esta temática da guerra fez-me pensar no meu avô, que participou na I Grande Guerra. Fica aqui a mi…

género e política

Imagem

«cinema em marcha»

Imagem
No âmbito da 3ª Acção Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, o Grupo de Apoio às Mulheres Imigrantes (GAMI), promove o ciclo “Cinema em Marcha”, procurando promover o debate sobre a situação das mulheres imigrantes e das trabalhadoras domésticas. Neste sentido foram seleccionados dois filmes que serão apresentados na Casa da Achada, em Lisboa: “Pão e Rosas”, de Ken Loach, um retrato dos Estados Unidos ilustrado através da luta pelos direitos laborais de duas imigrantes mexicanas, mas numa alusão histórica sugestiva à marcha realizada por cerca de 15 mil mulheres, na Nova Iorque de 1908; “Domésticas”, de Fernando Meireles e Nando Olival, um retrato da realidade do trabalho doméstico no Brasil, os sonhos de cinco trabalhadoras domésticas brasileiras. Duas histórias, duas geografias diferentes, mas dois pontos de partida importantes para o debate e empoderamento das protagonistas desta iniciativa: as mulheres imigrantes.
11 e 12 de Março Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Rua d…

dia interncional da mulher

Jovens saem hoje à rua em Lisboa para celebrar conquistas e assinalar as desigualdades que ainda nos afectam: violência no namoro, saúde sexual e reprodutiva, acesso ao primeiro emprego, desigualdade salarial, participação cívica e política.
Até às 10h00, entre o Largo do Camões e a Baixa Lisboeta, jovens do projecto dMpM2 – De Mulher para Mulher - um projecto de empowerment para a participação cívica e política de jovens mulheres em Portugal -estiveram a distribuir um jornal de sua autoria, crachás alusivos ao Dia Internacional das Mulheres e mobilizar a população em geral para a Igualdade, Paridade e Acção!
Das 10h30 às 13h00h, em frente à Esplanada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, no Campo Pequeno, Avenida de Berna, uma outra acção visa a mobilização e envolvimento de estudantes nas questões da Igualdade.
Iniciativa promovida pela Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens em parceria com a Associação de Estudantes da Faculdade de C…

Danças com elas

Imagem

Marcha Mundial das Mulheres 2010

Imagem
Em 2010, a Marcha Mundial das Mulheres reafirma a sua utopia na construção de um mundo melhor baseado na paz, na justiça, na igualdade, na liberdade e solidariedade. Este ano as mulheres em marcha convidam toda a gente a participar, a debater e a exigir o bem comum e os serviços públicos como direito básico e fundamental, o fim da violência contra as mulheres, a autonomia económica das mulheres e a paz e a desmilitarização. «Não queremos nem guerra que nos mate, nem paz que nos oprima. Até que todas sejamos livres». Em Portugal, a programação da Marcha Mundial das Mulheres é construída colectivamente por várias organizações e pessoas, inclui acções de rua, marchas, oficinas, ciclos de cinema, debates, construções colectivas, palestras, partilha de testemunhos, um pouco por todo o país.
3ª Acção Internacional
Programa Marcha Mundial das Mulheres - PORTUGAL
4 a 27 de Março de 2010
Dia 4 – Quinta I 21h30 I Centro de Cidadania Activa – SETÚBAL
Filme “O Sal da Terra”, realizador Herbert J. Bib…

Mulheres na Primeira República (II)

Desenvolvida por Faces de Eva Estudos sobre a mulher, República & Republicanas é uma visita aos arquivos da memória em formato digital, sobre as mulheres na I República, tema que vai levar o grupo de investigação do CESNOVA (FCSH/UNL) à Câmara Municipal de Lagos, para uma série de conferências aos sábados (6 e 20 de Março, e em Abril), pelas 17h30. Ao mesmo tempo, República & Republicanas a ser editado em breve pelas Faces de Eva em CD-ROM terá uma projecção simultânea em Setúbal, no Museu do Trabalho, por ocasião de uma sessão do programa Bibliotecas pela Igualdade de Género, da UMAR. Em Lagos estarão presentes Zília Osório de Castro («Antecedentes do Feminismo Republicano») e Ilda Figueredo («As mulheres vão ao teatro») e em Setúbal estará Isabel Lousada («As mulheres e a República»). No Museu do Trabalho Michel Giacometti, a conferência do “Março Mulher” 2010 (programa organizado pela SEIES – Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social, em parceria com a Câmara …

Lusofonia(s)

Sexta e sábado realiza-se o Seminário Lusófono Que fazer com estas memórias?, no CES-Lisboa, Picoas Plaza. O Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia, da Universidade de Coimbra, leva assim a cabo na capital o seguinte programa:
Sexta-feira, 5 de Março
9:30 – 10:30
Porquê um Seminário Lusófono sobre Tortura e Memória?
José Manuel Pureza, Representante do Centro de Estudos Sociais – Lisboa
Raimundo Narciso, Presidente da Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória
Cecilia Coimbra*, Representante do Movimento Tortura Nunca Mais (Brasil)
Catarina Vaz Pinto*, Vereadora da Cultura da CML
10:30 - 12:00
Projecção do filme “48”, de Susana Sousa Dias
12:00 – 12:30
Comentário pelo Dr. Afonso Albuquerque (Médico psiquiatra, autor de um livro sobre o impacto da tortura sobre presos políticos portugueses)
12:30 – 13:30
Debate sobre o filme, com a presença da realizadora Susana Sousa Dias
15:00 – 16:30
Projecção do filme “Memória para uso diário”, de Beth Formaggini
16:30 – 17:30
Comentário pel…

A ç O r E s

Imagem

8 de Março de 2010

Por que razão continuamos a comemorar, ano após ano, o 8 de Março?
Não alcançaram já as mulheres todos os seus direitos? Não existem mulheres nas mais diversas profissões? Não são as jovens mais bem sucedidas na escola do que os rapazes?
Estas são algumas das perguntas que continuam a bailar na cabeça de muitas pessoas pouco atreitas a estes dias especiais que se criam anualmente.
Contudo, não olhemos para a superfície das coisas, não olhemos apenas para a pele que até pode estar em bom estado. Olhemos, para aquilo que se passa dentro das casas, nos empregos, nas escolas e por esse mundo fora.
Se assim for, depressa descobrimos que a violência contra as mulheres é um flagelo social. Que todos os anos morrem às mãos dos maridos, companheiros, ex-companheiros, namorados dezenas de mulheres em Portugal. Damos conta que, em média, as mulheres continuam a ganhar menos do que os homens. Verificamos que, nas escolas a tão apregoada igualdade entre rapazes e raparigas, não é bem assim , pois a vi…