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A mostrar mensagens de Junho, 2012

Silêncio! que se vai escutar a Palavra.

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Festival Silêncio, a decorrer até dia 1 de Julho. Cine, com palavras de escritoras dentro: «Marguerite Duras» de Solveig Nordlung e «Fátima de A a Z» de Margarida Gil, sobre Maria Velho da Costa, no cinema S.Jorge, hoje às 15h e  às 16h30 respectivamente.

contra o assédio, contra a violação, contra a desigualdade de género

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em lisboa, a slut walk acontece no domingo, dia 1 de julho, com concentração na praça luís de camões pelas 15h00.

Hoje

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Resistir sem armar (II): «Mulheres e resistências não-violentas»

Quando fui convidada para participar nesta conferência [21 de Junho, Centro de Cultura e Intervenção Feminista], pensei que esta seria uma ocasião para transmitir um pouco da minha experiência enquanto membro da coordenação portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres, através da ligação da UMAR a esta rede feminista internacional, desde o seu início. A Marcha Mundial das Mulheres surge na sequência da Conferência de Pequim e em resposta à necessidade de uma ligação global das mulheres, através da sua auto-organização e mobilização contra a opressão patriarcal e a exploração capitalista. Partindo de um caderno de reivindicações com 17 itens, agrupados em duas grandes áreas – violência e pobreza – desde 1998 data do 1º Encontro Internacional até hoje, a Marcha Mundial das Mulheres não deixou de intervir, mobilizar, fazer alianças, marchar e reflectir, questionar e questionar-se porque num mundo em constante e acelerada mudança as feministas têm de saber analisar essas mudanças e fazer prop…

Reviver o passado no III Congresso Português de Sociologia

Entre 7 e 9 Janeiro de 1996 realizou-se em Coimbra o III Congresso Português de Sociologia (sob o tema «Práticas e processos da mudança social») onde também apresentei uma comunicação intitulada "TELEVISÃO: UMA NOVA SOCIEDADE DE INTERCONHECIMENTO?". Deixo aqui esse texto, publicado posteriormente em actas pela APS.

Nesta última metade da década de 90 os processos da mudança social aceleram-se em várias frentes, sendo que os media, e em particular a televisão, orquestram decisivamente a consciência quotidiana de um mundo em rápida transição.

Há que repensar a função do 'meio' enquanto espelho da realidade. A necessidade de reflexão sobre a troca de conhecimento na sociedade actual, à luz de uma nova ordem comunicacional instalada pelos media, com especial enfoque no papel da televisão, surge no centro do debate: uma nova sociedade de interconhecimento está para nascer?A televisão como instrumento que veicula realidades globalmente tão diversas, determina uma nova evoluç…

Germaine Dulac

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«The Smiling Madame Beudet» (1923) é conhecido como o protótipo do cinema feminista, sendo realizado por uma mulher em 1923. Germaine Dulac explora a vida de uma mulher confinada ao papel de esposa, numa sociedade patriarcal.

Reviver o passado no I Congresso Português de Sociologia

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Está a decorrer no Porto o VII Congresso Português de Sociologia, que se realiza de quatro em quatro anos e em cuja primeira edição esta escriba e a colega-amiga-socióloga Eduarda Ferreira tiveram a honra de participar. Estávamos em 1987, o discurso de abertura coube a Mário Soares, a quem pela primeira vez apertei a mão. A comissão executiva do congresso era presidida por Maria Carrilho e o presidente da Associação Portuguesa de Sociologia era João Ferreira de Almeida. Com o tema «A Sociologia e a Sociedade Portuguesa na Viragem do Século» discutido nas várias secções do congresso, uma delas - a sociologia da informação, do conhecimento e da cultura- acolheu a nossa comunicação intitulada «O efémero nos anos 80».





Actas do I Congresso de Sociologia, vol. II, Editorial Fragmentos, Lisboa, 1990.

Angola em Lisboa

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Trabalhar é preciso

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Fios para que vos quero

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31 d'Atalaia apresenta a série Primavera/Verão 2012 heart shaped stars do projecto URSOTIGRE na Rua da Atalaia, nº31 - Bairro Alto) na sexta-feira,22 de Junho entre as 18:30h e as 21h. Uma conversa fiada à volta do tricot está marcada para 25 de Junho, à mesma hora.

Silvana

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Resistir sem armar

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cinema à matinée

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As nove heroínas da paz/ The Nine Nobel Women

Nora Barnacle ou o dia Bloom

Quem foi Nora? Nasceu em Galway, na Irlanda, em 1884, filha de um padeiro e de uma costureira. Estudou num convento e formou-se numa escola oficial em 1891. Teve alguns namorados antes de conhecer Joyce. Foi para Dublin trabalhar como camareira e no dia 16 de Junho de 1904 terão tido um encontro romântico, pouco dias depois de se terem visto pela primeira vez. James eternizou este dia no livro Ulisses, e a data tornou-se conhecida e celebrizada como Bloomsday. Naquele ano, o par deixou a Irlanda, passando o ano seguinte em Trieste. Tiveram um filho em 1905 e uma filha em 1907.  Embora a vida a dois fosse muito difícil, Nora casou-se em 1931 com James Joyce. Este morreu em Zurique em 1941 e ela dez anos depois. Em 1988, Nora Barnacle foi alvo de uma biografia feminista  escrita por Brenda Maddox, Nora: The real life of Molly Bloom. A obra passou para o cinema em 1999, num filme realizado por Pat Murphy, com Susan Lynch e Ewan McGregor.

fim de semana com alegria

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Sociólogos/as unidos/as

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ESART apresenta...

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hoje

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In memoriam Maria Keil (II)

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Pormenor de painel de azulejos pintado por Maria Keil para Metropolitano de Lisboa (estação Intendente).


Triste perda que o mural pintado O azulejo calado Outrora Maria passou Deixou rasto dos contornos da espátula Em espaços que a nossa pressa, à toute vapeur, Silencia sem dar chance de voltar a espreitar    Na prosa da sua pintura inata e pura Toda a gente se aperceberá um dia Que Maria se pinta com sabedoria.
Juliana Mello Souza

In Memoriam Maria Keil (1914-2012)

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Ilustrações para «Começa uma vida» de Irene Lisboa, 1ªedição 1940. In postais de edição do Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro e de Maria Keil.

No Faial o dia de Portugal comemora-se no cinema

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Joanna

Joanna Mucha, a (muito criticada) ministra polaca do Desporto | P3



Isto é muito recorrente na Polónia quando uma mulher  assume um cargo político e público: logo uma grande parte dos media suspeitam algo fora do normal – se a mulher é bonita, ainda pior porque qualquer ginástica que ela fizesse, NUNCA contam as suas qualidades e capacidades, mas sim a beleza que capta atenção desviando-a do que é importante: eficácia e competências. Estuda-se em pormenor o “passado” da mulher e se por acaso ela era  modelo, logo desconfia-se da capacidade de decisão e inteligência. Faz-me pensar na cultura horrível americana onde o passado dum/a político/a  logo dificulta o futuro. O que cria desconforto aos muitos homens na Polónia (políticos, jornalistas, etc.) é que uma MULHER entrou num campo reservado aos HOMENS: desporto, ou melhor dizer – futebol. Serão feitos todos os esforços para desacreditar a mulher apontado todas as fraquezas reais ou imaginárias. O argumento que ela não sabe nada sobre despo…